Cavalos: Os grandes facilitadores do nosso trabalho, por isso são carinhosamente chamados de co-terapeutas e anjos de quatro patas. Os cavalos desempenham o papel principal na Equoterapia.

lord
dancarina
curumim
chaves
aninha
nininha
tazz

Tazz

TAZZ nosso primeiro cavalo de equoterapia!
“Um anjo de quatro patas destinado por Deus para ajudar as crianças…Tazz…você foi amigo especial…o CEJ nunca vai te esquecer…tudo começou com você…nosso primeiro cavalo de Equoterapia. Que Deus lhe reserve pastos verdejantes. Muito Obrigado em nome de centenas de praticantes que você um dia fez sorrir!”  Wilson Mellilo

pimpao

Pimpão

PIMPÃO
Obrigado por tudo amigo! Você cumpriu dignamente a sua missão na Equoterapia…um cavalo calmo e doce…Cavalga feliz Pimpão pelos verdejantes pastos do céu!
Wilson Mellilo

cazuza

Cazuza

Cazuza 🐎 ❤
“Se existir Equoterapia lá no céu, ela acabou de ganhar o mais especial de todos os co-terapeutas: Cazuza!!!
Um cavalo que amava o seu trabalho e nos mostrava isso quando precisava ficar em repouso em seu piquete, ele relinchava o mais alto possível “pedindo” para alguém soltá-lo, e ao ter a sua vontade atendida ele ia direto para o picadeiro mostrando que queria cumprir a sua missão, como seus demais amigos cavalos que ali estavam.
Ah Cazuza quantos depoimentos de praticantes que se reabilitaram, por ter tido você ao lado deles nos momentos de crises e sofrimento psíquico.
Vai Amigo, dê continuidade ao seu nobre trabalho aí no céu…
Obrigado é tão pouco por tudo que você nos proporcionou em todos esses anos de Equoterapia no CEJ…
Valeu…❤”
Andreia Mellilo

A Prece do Cavalo

Ao meu amo, ofereço minha oração:
Dá-me comida, e cuida de mim, e quando a jornada terminar, dá-me abrigo, uma “cama” limpa e seca, e uma baia ampla para descansar com conforto.
Fala comigo – tua voz, muitas vezes, significa para mim o mesmo que as rédeas.

Alfága-me às vezes, para que te possa servir com mais alegria, e aprenda a te amar.
Não maltrates minha boca com o freio
e não me faças correr ou subir um morro.

Nunca, eu te suplico, me agridas ou
me espanques quando não entender
o que queres de mim,
mas dá-me uma oportunidade de te compreender.

E, quando não for obediente ao teu comando,
vê se algo não está correto nos
meus arreios, ou maltratando meus pés.

E, finalmente, quando a minha utilidade
se acabar, não me deixes morrer de frio
ou à míngua nem me vendas para alguém cruel
para morrer lentamente torturado ou morrer de fome.

Mas bondosamente, meu amo, sacrifica-me
tu mesmo e teu Deus te recompensáreis para sempre.
Não me julgues irreverente se te peço isto,
em nome D’Aquele que também nasceu num estábulo!